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21 de maio de 2012

PARCELA LIBERADA, GESTÃO CONTINUADA

Os recursos da 2ª parcela do convenio 2010 celebrado com os Pontos de Cultura e o governo do estado da Paraíba, através, hoje, da Secretaria estadual de cultura, promovido pelo Ministério da Cultura, estão disponíveis nas respectivas contas bancárias dos Pontos de Cultura da Paraíba.  Sabemos de alguns complicativos, mas o engajamento de Chico César, Doci Gomes, Alice Monteiro e os próprios Pontos fizemos, a duras penas, atender a um compromisso deverasmente precisado de bons préstimos.
Agora é “mão na massa”, para todos os pontos de cultura, no sentido de atender o que preceitua a Lei de n 8.666/93 de 21 de junho de 1993 e suas alterações posteriores, com a abertura de procedimento licitatório ou justificativa de Dispensa/Inexigibilidade, com o devido embasamento legal, e em seguida fazer as devidas aquisições de equipamentos e serviços, no atendimento ao Plano de Trabalho contribuindo decisivamente com as ações sócio-culturais de nosso povo e nossa gente paraibana.
Não vamos esquecer-nos do intercâmbio dos Pontos, num entrosamento que venha viabilizar as ações e atividades, para que os equipamentos de cultura e fazedores culturais nos entrelaçamos em prol de uma teia de conhecimentos e valores. Continuo apostando que esse mutirão cultural, mesmo com paixão e gratuito, tenha reconhecimento e sustentabilidade.
Nivaldo Amador

16 de maio de 2012

CURTA “ROMANCE DE SANTA IRIA”


O filme “Romance de Santa Iria”, classificado com o premio de vídeo autoral, projeto elaborado pelo coordenador do Ponto de Cultura SEACC, estará sendo produzido no período de 24 a 26 de maio do corrente ano, que após edição será entregue ao Laboratório Cultura Viva e autorizado ao Ministério da Cultura e a Escola de Comunicação da UFRJ, para fins educacionais, culturais e informativos, distribuição em emissoras de radiodifusão e canais de TV públicos, portais de internet, salas de cinema e cineclubes.
Trata-se de um drama, de uma jovem e encantadora donzela, de inabalável convicção de buscar a Deus, tornando-se monja num mosteiro beneditino, fazendo com sua esmerada educação despertar a afeição, ciúmes e traições aos religiosos, jovens e fidalgos da época. Um príncipe daquele Senhorio nutre uma paixão doentia vindo mais tarde deslanchar em mistério, prazer e martírio, que a torna Santa. 
O elenco composto por Leopoldina Pereira, Krys Douglas, Lampião da Paraíba, Guido Saírio e Milena Dantas, está preparado, pois vem ensaiando cenas e planos, bem como visitando as localidades onde serão feitas as gravações.
O drama “Romance de Santa Iria”” tem roteiro, direção e produção de Nivaldo Amador, edição e finalização ainda não definidos,  parceria com Acauã Produções Culturais e compartilhamento com profissionais da área, ponto de cultura, a APAE e voluntários da sociedade de São João do Rio do Peixe .

15 de abril de 2012

9 de abril de 2012

Pontos de cultura reclamam de cobrança de taxas por bancos oficiais

Educação financeira e economia doméstica são matérias muito estudadas pelos coordenadores de pontos de cultura ao enfrentar a burocracia dos convênios com a União e a contabilidade intrincada, além da ganância do sistema financeiro. “Estamos cansados de pagar taxa de manutenção de nossas contas no Banco do Brasil, o que é um absurdo porque se trata de contas decorrentes de convênio com o Governo Federal e a isenção é uma determinação do próprio governo”, afirmou Marcos Veloso, do Ponto de Cultura Cantiga de Ninar, de Itabaiana. Ele disse que já procurou a gerência do Banco do Brasil na cidade, sem resultado.
Como correntistas, os pontos de cultura são isentos de pagamento de taxas bancárias, conforme Portaria do Ministério do Planejamento, mas os bancos não obedecem. Nivaldo Amador, do Ponto de Cultura de São João do Rio do Peixe, informa que a Portaria tem o nº 127/2008, onde no parágrafo quinto do artigo 42 determina-se a isenção dessas taxas em convênios com o Governo Federal. “Como fazer para que os bancos respeitem a legislação e parem de nos taxar?”, pergunta. Ele disse ainda que já enviou vários ofícios ao Banco do Brasil, sem resultado. “Proponho que as lideranças do movimento de pontos de cultura na Paraíba agendem uma audiência com a Superintendência do Banco do Brasil para resolver o problema”, disse Amador.
Ana Clara Maia, do Ponto de Cultura de Pilões, também se queixa do mesmo problema, só que com a Caixa Econômica Federal. “Tivemos que repor dinheiro na conta para cobrir as taxas cobradas”, lamenta ela. O produtor cultural Buda Lira, do Ponto de Cultura Piollin de João Pessoa, informou que, em relação ao Banco do Nordeste, as taxas não são cobradas, pois os recursos são oriundos do próprio BNB, quando da seleção de projetos. “Nos demais recursos movimentados no Banco do Brasil e Caixa Econômica, no caso do Piollin, são cobradas essas taxas, inclusive dos recursos de outros prêmios do Governo Federal”, acrescenta Buda.
Educação financeira e economia doméstica são matérias muito estudadas pelos coordenadores de pontos de cultura ao enfrentar a burocracia dos convênios com a União e a contabilidade intrincada, além da ganância do sistema financeiro. “Estamos cansados de pagar taxa de manutenção de nossas contas no Banco do Brasil, o que é um absurdo porque se trata de contas decorrentes de convênio com o Governo Federal e a isenção é uma determinação do próprio governo”, afirmou Marcos Veloso, do Ponto de Cultura Cantiga de Ninar, de Itabaiana. Ele disse que já procurou a gerência do Banco do Brasil na cidade, sem resultado.
Como correntistas, os pontos de cultura são isentos de pagamento de taxas bancárias, conforme Portaria do Ministério do Planejamento, mas os bancos não obedecem. Nivaldo Amador, do Ponto de Cultura de São João do Rio do Peixe, informa que a Portaria tem o nº 127/2008, onde no parágrafo quinto do artigo 42 determina-se a isenção dessas taxas em convênios com o Governo Federal. “Como fazer para que os bancos respeitem a legislação e parem de nos taxar?”, pergunta. Ele disse ainda que já enviou vários ofícios ao Banco do Brasil, sem resultado. “Proponho que as lideranças do movimento de pontos de cultura na Paraíba agendem uma audiência com a Superintendência do Banco do Brasil para resolver o problema”, disse Amador.
Ana Clara Maia, do Ponto de Cultura de Pilões, também se queixa do mesmo problema, só que com a Caixa Econômica Federal. “Tivemos que repor dinheiro na conta para cobrir as taxas cobradas”, lamenta ela. O produtor cultural Buda Lira, do Ponto de Cultura Piollin de João Pessoa, informou que, em relação ao Banco do Nordeste, as taxas não são cobradas, pois os recursos são oriundos do próprio BNB, quando da seleção de projetos. “Nos demais recursos movimentados no Banco do Brasil e Caixa Econômica, no caso do Piollin, são cobradas essas taxas, inclusive dos recursos de outros prêmios do Governo Federal”, acrescenta Buda.

pccn.wordpress.com
Divulgacão: PONTO DE CULTURA CANTIGA DE NINAR